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Imagem:Gettyimages Comment:HaloScan
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Ode à mim mesma!

"Se ela bota um vestido ela bota o mundo inteiro de pernas pro ar!
Se ela bota um salto alto o mundo inteiro olha pra cima pra sua beleza admirar (admirar).

Mas ela no aeroporto, um avião olha pro outro, eu não sei qual dos dois ela é...

Se não tiver um arco-íris, traga tapetes, não só vermelhos, mas de todas as cores!
As mais belas cores do mais lindo pomar!

Ela vai passar, ela vai passar...

NÃO, NÃO, NÃO! Tá tudo errado!
Hilnara não passa, Hilnara desfila...

Hilnara, naraná...

Conhecer os sete mares e não conhecer Hilnara é não conhecer nem uma gota d'água..."

...Da época que meu amigo era mais amigo... Mas essa ainda é a minha música preferida!!! Por que será hein???
Tudo bem, sei que o texto é egocêntrico, mas quis só explicitar o quanto ando apaixonada por mim!!!

- Postado por: Marine às 16h07
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“Daqui a um mês, quando você voltar...”

 

 

Eita! Um tempão, né??? Tenho tantas idéias pulando aqui! Igual criança, quando vai pra parquinho de diversão, todas emaranhadas, caindo, levantando, chorando, rindo, se misturando na bagunça que é uma cama elástica. Mas tem uma criança mais levada por aqui... sabe aquele “menino mau” da rua? Aquele que puxa os cabelos das meninas, que judia dos gatinhos, que usa muito serol em todas as pipas que faz... esse menino aí é o destaque da minha cama elástica, e aqui ele atende pelo nome de pendência...

 

É MUITO ruim ter pendências a resolver! Principalmente quando se trata de alguém orgulhosa como eu. Tá bom, sei que não é uma característica louvável... mas posso afirmar que não fico feliz por ser orgulhosa; não tenho a famosa “síndrome de Gabriela”! No entanto, enquanto não conseguir superar isso, padeço das desventuras e dores de ser orgulhosa; consequentemente de demorar a resolver certas pendências... E aí, dá-lhe sofrimento, deduções errôneas, conclusões tristes e toda àquela criatividade feminina, que misturada com uma boa dose de ego ferido dá uma dor-de-cabeça relevante, viu? E é claro que isso é um eufemismo...

 

Mas aí, chega a hora boa! Àquela que a gente encontra o banheiro limpinho depois de um tempão apertada, sabe? (Perdão pela analogia tosca! Mas é que é um alívio tão grande, que foi a primeira coisa que me veio a mente...) Então! É a hora que a mãe do “menino mau” briga com ele na frente de todo mundo! Não quero me ater ao processo todo, que normalmente é dolorido. Saber que muitas das deduções absurdas não são tão absurdas assim; que pessoas maravilhosas podem sim magoar profundamente; que o simples fato de alguém ser uma pessoa incrível não significa que ela será um amigo com todas as características que esse termo exige; enfim, saber que a realidade é um bocado imperfeita não é lá tão prazeroso... mas o alívio... Ah! Esse é! E fico feliz por conseguir resolver algumas pendências!

 

Claro que isso não quer dizer que as coisas tomaram os rumos que idealizei, que julgava perfeito, adequado, pleno... Mas o simples fato de saber que já tomaram um rumo, já me traz esse alívio, essa paz.

 

Texto confuso, assim como as idéias, como as crianças no parque... e, para a minha felicidade, mais que eu!!!

 

O blog, assim como eu, tende a normalidade...

 

Ps.: Amigos, espero que vocês não desistam de pular, viu?



- Postado por: Marine às 00h24
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Algumas referências...

Meu pai tem bom gosto! Primeiro porque ele escolheu minha mãe pra casar, e ela é linda, linda! Além disso, ele sempre reintera o quanto eu sou maravilhosa! Também foi ele quem comprou praticamente todas as minhas bijous – sem ajuda feminina! E é ele a quem eu devo as mais belas canções que já ouvi! Cresci ouvindo os grandes nomes da música popular, mas agradeço mesmo é por que foi com ele que ouvi os maiores poetas do meio evangélico! Janires, Carlinhos Félix e o Veiga, Banda e Voz, Expresso Luz, Logos, meu gordo Naum e tantos outros...
Quando eu era criança era isso que ouvia! E a maioria das vezes não entendia muito bem o que eles queriam dizer, mas sabia que era importante! Ele sentava e ficava ouvindo, e eu, que não sabia as palavras melancólico e nostálgico, dizia que o pai ia ouvir as músicas de chorar... e aí, pra ele não chorar, eu ficava lá ouvindo com ele...
Hoje, é comum que todas àquelas velhas músicas voltem sempre a minha memória – o que é perfeitamente compreensível - , mas quando criança, não imaginava que um dia, elas diriam tanto e expressariam de maneira tão clara e simples alguns dos sentimentos mais presentes em mim.
Não gosto de ficar copiando textos nos meus escritos! Apesar de já ter feito aqui no blog, prefiro ser “original”! Mas hoje, não estou a fim de pensar nas palavras certas pra dizer o que sinto, quando alguém, que nem me conhece, já o fez... segue:

Olha esta cidade, tanta coisa pra se ver!
Dá pra se perder nesta imensidão...
Nestas avenidas, tanta gente e mesmo assim,
Dá pra se sentir só na multidão!
Há tantas coisas que eu não posso compreender!
Tantos contrastes que não tem explicação...
Olhando em volta a tristeza posso ver, por trás do brilho falso da ilusão.
Por entre nuvens, cores, sonhos e canções,
Gente sem rumo a procura de ilusões.
Talvez tentando espantar do coração,
O medo do futuro é a solidão!
Coisas da vida, qual a saída pra essa crise de amor?
Há um caminho, só um caminho:
É Jesus Cristo o Senhor!

Hoje eu entendo o senhor, pai!

Ps.: Valeu blogueiros comentadores!


- Postado por: Marine às 17h33
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Não!!!

Não! Eu não desanimei com o blog! Sei que estou demorando a postar... mas o que ocorre é que estou tentando reverter umas situações...

Quero deixar esse desânimo de lado, porque não tenho o perfil de quem adora uma crisezinha depressiva! E o pior que a porcaria dessa tristeza, além de ser um bocado chata, é intrometida! Se juntou - jungiu - e misturou com o desânimo, e já estava querendo ficar amiguinha da minha preguiça. Resultado? Facul de lado...

Depois de ouvir de metade dos meus amigos que eles não estavam me reconhecendo e que eu estava precisando tomar vergonha na cara e estudar resolvi me "aluar"! E se vou chorar, ficar triste e abusada, não vai ser debruçada nos travesseiros... Godinho, Grecco, Humberto e cia que se preparem para segurar as lágrimas - se elas insistirem em querer aparecer... (Deixo claro no entanto que não serão bem-vindas!). Onde já se viu uma universitária se dar ao luxo de ficar desanimada ao ponto de não conseguir mais estudar? Pois eu vi, mas me proibi de rever! E sendo assim, vamos aos livros; ou melhor, as xerox, por que apesar de "animada" continuo lisa!

E, parafraseando minhas amigas "cows", vou estudar MUITO, pra depois não ficar por aí, reclamando que sou pobre! Valeu pela chacoalhada!  

 



- Postado por: Marine às 23h11
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Inferências, conclusões e entrelinhas.

Certa vez, na época de cursinho – graças, me livrei! – meu professor de literatura contou o caso de uma prova realizada no vestibular do Rio, cujo autor de um dos livros escolhidos ainda estava vivo. Depois das provas, o dito autor, por curiosidade, pegou as questões relativas ao seu livro para responder. E surpreendentemente, das oito questões, ele só acertou uma...
Conclusão? Essa mesmo que você está pensando!
Daquilo que se lê, normalmente interpretamos, entendemos ou aceitamos baseado em nossas próprias concepções, sentimentos e impressões. Cada um vai entender algo diferente! E é demasiadamente pretensioso querer saber o que permeia alguém devido a algumas poucas – e, normalmente, mal traçadas - linhas...

A nós, interpretadores, segue um texto:

É tão difícil imaginar / Viver a vida sem você / Mas sei preciso aceitar: / Tudo acabou pra nós! / A tua ausência fez em mim / Tantas feridas já nem sei... / Nem sei ao certo quem eu sou... / Não sinto nada sem você. / Às vezes sinto você indo embora / Fechando a porta pra não mais voltar / E a solidão é algo que apavora / E eu me sinto tão só... / Às vezes sinto você indo embora / Fechando a porta do meu coração / E a solidão é algo que apavora / E eu me sinto tão só! / Me diz quem de nós dois errou... / Por que é que tem que ser assim? / Quem sabe o amor se enganou... / Eu não nasci pra você / Nem você nasceu pra mim.

O que significa?
“É só uma poesia que eu gosto” ou “É algo que expressa exatamente o que estou sentindo” ou “Um texto que acho bem escrito” ou “É uma música que me marcou” ou “É de um compositor que eu sou fã” ou “É um poeminha breguinha que eu acho legalzinho” ou, ou, ou...
Prefiro que, depois de fazer suas inferências e analisar as entrelinhas, você tire suas próprias conclusões...

Ps: Aos amigos e comentadores: Antes que seja mal interpretada, NÃO estou fazendo menção à vocês, ok? Podem inferir o que quiserem de mim!!!! (risos). Minha gratidão pela preocupação e atenção manifestada.
“I will survive! ... hehey!”


- Postado por: Marine às 09h57
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