Eita! Um tempão, né??? Tenho tantas idéias pulando aqui! Igual criança, quando vai pra parquinho de diversão, todas emaranhadas, caindo, levantando, chorando, rindo, se misturando na bagunça que é uma cama elástica. Mas tem uma criança mais levada por aqui... sabe aquele “menino mau” da rua? Aquele que puxa os cabelos das meninas, que judia dos gatinhos, que usa muito serol em todas as pipas que faz... esse menino aí é o destaque da minha cama elástica, e aqui ele atende pelo nome de pendência...
É MUITO ruim ter pendências a resolver! Principalmente quando se trata de alguém orgulhosa como eu. Tá bom, sei que não é uma característica louvável... mas posso afirmar que não fico feliz por ser orgulhosa; não tenho a famosa “síndrome de Gabriela”! No entanto, enquanto não conseguir superar isso, padeço das desventuras e dores de ser orgulhosa; consequentemente de demorar a resolver certas pendências... E aí, dá-lhe sofrimento, deduções errôneas, conclusões tristes e toda àquela criatividade feminina, que misturada com uma boa dose de ego ferido dá uma dor-de-cabeça relevante, viu? E é claro que isso é um eufemismo...
Mas aí, chega a hora boa! Àquela que a gente encontra o banheiro limpinho depois de um tempão apertada, sabe? (Perdão pela analogia tosca! Mas é que é um alívio tão grande, que foi a primeira coisa que me veio a mente...) Então! É a hora que a mãe do “menino mau” briga com ele na frente de todo mundo! Não quero me ater ao processo todo, que normalmente é dolorido. Saber que muitas das deduções absurdas não são tão absurdas assim; que pessoas maravilhosas podem sim magoar profundamente; que o simples fato de alguém ser uma pessoa incrível não significa que ela será um amigo com todas as características que esse termo exige; enfim, saber que a realidade é um bocado imperfeita não é lá tão prazeroso... mas o alívio... Ah! Esse é! E fico feliz por conseguir resolver algumas pendências!
Claro que isso não quer dizer que as coisas tomaram os rumos que idealizei, que julgava perfeito, adequado, pleno... Mas o simples fato de saber que já tomaram um rumo, já me traz esse alívio, essa paz.
Texto confuso, assim como as idéias, como as crianças no parque... e, para a minha felicidade, mais que eu!!!
O blog, assim como eu, tende a normalidade...
Ps.: Amigos, espero que vocês não desistam de pular, viu?